Brasilianische Agrarindustrie mit kriminellen Strukturen?

Alles über Brasilien aus der internationalen Presse (Beiträge bitte max. anreissen, unbedingt die Quelle verlinken sowie ein eigenes kurzes Statement abgeben).

Re: Brasilianische Agrarindustrie mit kriminellen Strukturen

Beitragvon Trem Mineiro » Mo 26. Okt 2015, 16:46

Oi Colono
Leider kann ich den link nicht öffnen, bei der Folha de S.Paulo muss man sich die Wahrheit erst kaufen...... :D

Aber ist nicht so wichtig, wird das beschreiben, was ich als "Marktmacht" umschrieben habe.
Und an die Funktionsfähigkeit der Justiz und Polizei, wenn es um die wahren Herren des Landes geht, glaube ich halt nicht.....bis mich einer eines besseren überzeugt.
Mein Schwager arbeitet als Geschäftsführer für einen dieser Land-Barone, Ex-Gouverneur.............

Gruß
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Re: Brasilianische Agrarindustrie mit kriminellen Strukturen

Beitragvon Colono » Mo 26. Okt 2015, 21:08

Trem Mineiro hat geschrieben:Oi Colono
Leider kann ich den link nicht öffnen, bei der Folha de S.Paulo muss man sich die Wahrheit erst kaufen...... :D

Komisch bei mir funkts. Vielleicht duerft ihr das drueben nicht erfahren. :mrgreen:

Es geht darum dass produktive Landwirtschaftsflaechen (auch die von Kleinbauern) seit geraumer Zeit von Auslaendern zu guten Preisen aufgekauft werden. Unter Umstaenden wollen die Deutschen auch etwas vom Kuchen abbekommen. Zumindest die Schweizer haben da schon einen Claim. Hofreiter sollte vielleicht mal Folha lesen bevor er sich ins Flugzeug setzt.

Was solls, werde dir das einfach mal in Textform zukommen lassen.


China planeja compra de fazendas no Brasil


Com demanda crescente por soja e carência de terras agricultáveis, a China pretende estender sua produção ao Brasil, com a compra de terras para a plantação da commodity. Pelo menos uma grande estatal chinesa, a CGOG (China Grains & Oils Group), está em busca de um parceiro brasileiro disposto a desenvolver um projeto conjunto para produzir soja e exportá-la à China. Caso não encontre o sócio, é bastante provável que a empresa compre terras sozinha no Brasil.
A China é o maior importador de soja do mundo e adquiriu no ano passado US$ 4,2 bilhões do produto. O país asiático foi o terceiro maior destino das exportações brasileiras de agronegócios, com US$ 2,26 bilhões, sendo a maior parte soja e óleo de soja.
O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Amauri Dimarzio, confirmou que os chineses têm interesse em realizar investimentos diretos no Brasil, associando-se, por exemplo, a empresários de agronegócios para a produção de alimentos.
O investimento no Brasil seria realizado por meio de uma das 18 subsidiárias da CGOG, a CGOG International Economic & Trading Co. Luan Yingjian, gerente da estatal responsável pela operação, diz que pretende estabelecer negociações diretas com três companhias brasileiras: Maggi, Caramuru e Coamo, todas grandes processadoras e exportadoras de soja. Outra possibilidade, segundo ele, é a associação com cooperativas de produtores.

Preço menor
O objetivo chinês é ter a garantia do fornecimento de soja a um preço mais competitivo que o atual. A exportação do produto brasileiro é controlada por quatro grandes tradings multinacionais do setor agrícola. "Os produtores brasileiros vendem a soja para grandes empresas americanas e, em muitos casos, elas revendem o produto para a China. É do interesse dos brasileiros negociar diretamente com a China", diz.
Na avaliação da CGOG, a produção de soja no Brasil terá o efeito de reduzir o preço de importação do produto. "Quanto mais envolvida a empresa estiver na cadeia produtiva, mais competitiva ela será, porque cortará custos de intermediação", diz Luan. Além de satisfazer o apetite chinês por soja, o investimento no Brasil ajudaria a CGOG a cumprir as diretrizes que o governo fixou para suas estatais: tornarem-se empresas competitivas, com ações no mercado e atuação internacional. Por isso, o sócio que a empresa procura no Brasil deve estar disposto a ser acionista minoritário da estatal na China.
O governo chinês vê a abertura de capital das empresas como caminho para forçá-las a adotar práticas de mercado e a serem transparentes, já que teoricamente terão de cumprir regras contábeis com padrão internacional.
Luan afirma que não há estimativa de quanto a empresa compraria de terras no Brasil nem do valor que investiria. "Começamos a desenvolver esse projeto em fevereiro, e tudo vai depender do parceiro que pretendemos encontrar. Mas posso dizer que a quantidade de terra será razoável, para justificar o investimento", afirma. Em junho, uma missão da estatal deverá visitar o país para conhecer de perto a produção local.
A CGOG é uma das três grandes estatais chinesas no setor agrícola e atua no comércio de produtos e na produção de óleo de soja, com fábricas próprias. A empresa tem capacidade para estocar 3 milhões de toneladas de grãos e registrou receita de vendas de US$ 1,3 bilhão no ano passado.
A garantia do suprimento de alimentos é considerada uma questão estratégica pela China, que concentra um quinto da população mundial, mas tem só 7% da terra agricultável do planeta.
Nesse sentido, o Brasil é visto como um parceiro estratégico. "O Brasil tem recursos naturais, muita terra não cultivada e clima favorável à soja", observa Luan.
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Re: Brasilianische Agrarindustrie mit kriminellen Strukturen

Beitragvon Cheesytom » Di 27. Okt 2015, 01:52

Die Chinesen kaufen weltweit ünd auch in Brasilien Fazendas, weil die Diktatorenelite genau weiss, dass es preiswerte Lebensmittel geben muss, weil eine Hungersnot ihr Ende bedeuten könnte.
Gruss aus Maceió, Alagoas
Thomas
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