Belo Horizonte tem risco de homicÃdio maior que RJ
BH hat ein höheres Mordrisiko als Rio
Also das ist ja wirklich mal ein interessanter Bericht über Ursprung, Orte und Häufigkeit von Mord und Totschlag in Brasilien. Als Schlussfolgerung kann man eigentlich nur anmerken, dass solche Favela-Projekte, wie wir sie unterstützen, genau am Brennpunkt des Geschehens ansetzen !
Die Regierung von MG hat den Bericht natürlich mal wieder nicht kapiert, denn die wollen, anstatt den Herd der Kriminaltät (soziale Ungleichheit, keine Bildung) zu bekämpfen, erstmal 5000 Polizisten einstellen.

................................. Mein Gott sind die doof.
Quelle: Terra
Belo Horizonte está mais perigosa para se viver do que o Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital mineira, o risco que o cidadão corre de se tornar vÃtima de homicÃdio é de 48,60 para cada grupo de 100 mil habitantes, por ano.
O Ãndice foi calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), através de uma pesquisa que avaliou os riscos de assassinato em todo o paÃs, cruzando dados do censo 2000 do Instituto Brasileiro de EstatÃstica e Geografia (IBGE) com os registros de óbitos do Ministério da Saúde.
Rio e São Paulo registraram Ãndices um pouco inferiores ao de Belo Horizonte, e outras cidades com grande incidência de homicÃdios em Minas são Betim (12º lugar no paÃs) e Contagem (14º lugar).
Por outro lado, o secretário de Estado da Fazenda, Fuad Noman, anunciou ontem a contratação de 5 mil policiais civis e militares para atuar em Minas Gerais até 2006. O anúncio foi feito em Montes Claros, cidade que ficou em 7º lugar entre as mais seguras para se viver no Brasil.
A escalada da violência, avaliou o coordenador da pesquisa do Ipea, o economista Daniel Cerqueira, ganhou impulso na capital mineira nos últimos seis anos. "De 1999 a 2001, esse Ãndice, em média, foi de 34,8", comentou.
Em 2003, Belo Horizonte registrou, de acordo com o Ministério da Saúde, 1.123 assassinatos. A maioria das vÃtimas era jovens com idade entre 17 e 24 anos, em situação de vulnerabilidade social.
Os indicadores foram constatados pelos pesquisadores na comparação dos dados, que buscou, além da aferição quantitativa, traçar uma relação com o perfil sócio-econômico de cada uma das 5.507 localidades brasileiras.
"A taxa de risco é construÃda em duas etapas. Primeiro, relacionando os estudos sócio-econômicos com o número de homicÃdios e depois analisando esses dados com os indicadores de risco", explicou o técnico do Ipea.
Segundo ele, o registro feito pelo Ministério da Saúde é o melhor parâmetro para esse tipo de pesquisa porque não exclui números que, muitas vezes, ficam fora das estatÃsticas como assassinatos que tem policiais como suspeitos. A violência é tratada pelos técnicos, neste caso, como questão epidemiológica.
Comparado ao resultado obtido em todo o paÃs, em Minas Gerais, de acordo com Cerqueira, a violência não tem ainda a coloração que ganha em estados como o EspÃrito Santo e Pernambuco, onde a taxa de risco revelou-se alta em um número maior de municÃpios.
"Fatores como a desigualdade social, falta de condições de saneamento e moradia, acesso à educação foram detectados nessas localidades na segunda fase da pesquisa, que tinha por objetivo a análise desse comportamento", afirmou o coordenador. O trabalho, segundo ele, busca além do diagnóstico, apontar soluções para a formulação de polÃticas públicas.