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Após 14 mortes, clima é tranqüilo em favelas no Rio
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O clima é de aparente tranqüilidade no Complexo do São Carlos, no Estácio, na zona norte do Rio de Janeiro, informou O Dia. Policiais do 1º BPM (Estácio) continuam reforçando a segurança no local devido à guerra que traficantes travam desde a madrugada de segunda-feira, pela disputa interna dos pontos de venda de drogas no local. Desde a madrugada de segunda-feira, 14 corpos foram encontrados pela cidade.
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Traficantes do Querosene, que também faz parte do complexo, planejavam assumir o controle das bocas-de-fumo da área, apoiados por criminosos da favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul, o que provocou a reação do substituto de Aritana e atual chefe do tráfico do São Carlos, Tiago dos Santos Teixeira, 21 anos, conhecido como Coelho.
Mortos
Na madrugada de ontem, oito foram deixados em dois carros na rua Grão-Pará, no Engenho Novo, zona norte. Ao mesmo tempo, um outro corpo foi encontrado na rua Itapiru. Horas mais tarde, um segundo corpo também foi deixado no mesmo lugar e, por volta das 11h, mais dois corpos foram achados no Canal do Mangue da avenida Presidente Vargas.
Na madrugada de segunda-feira, dois corpos já tinham sido encontrados dentro de um Astra preto deixado próximo ao Teleporto.
Gruss brasilmen Thomas
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