Sind alle Deutschen in Brasilien so?

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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon tinto » Mi 17. Sep 2008, 20:43

ana_klaus hat geschrieben:oi tinto,

1992/93, Du kannst rechnen, soll ich Dir Medienberichte aus dieser Zeit aus Europa zitieren? Vergangenheit zählt nicht, Gott sei Dank, Jetzt , Heute und Zukunft bestimmen unser Leben.

klaus
http://www.pension-brasilien.de


Kann ja jeder Mörder sagen, dass die Vergangenheit nicht zählt. Das finde ich dann besonders bitter, wenn man sowas liest:

Aussage verhindert - Zeugin wurde umgebracht
Elizabeth Cristina de Oliveira Maia, Mutter dreier kleiner Kinder, wurde am 26. September 2000 von einem maskierten Mann mit mehreren Kopfschüssen vor ihrem Haus im Stadtteil Botafogo in Rio de Janeiro getötet.

Elizabeth Cristina de Oliveira Maia hatte im Jahre 1993 das Massaker der Militärpolizei vor der Candelária-Kirche überlebt, bei dem acht Straßenkinder getötet wurden. Sie wollte gegen die für das Massaker von Candelária Verantwortlichen aussagen und sollte in einer für Oktober angesetzten Anhörung ihre Aussage machen.

Systematische Einschüchterung und Ermordung von ZeugInnen
Von den 72 Kindern, die damals Zeugen des Massakers waren, sind inzwischen 44 eines gewaltsamen Todes gestorben.

Amnesty International befürchtet, dass dieser weitere Mord an Elizabeth Cristina de Oliveira Maia Augenzeugen einschüchtern soll, die in anderen Fällen von Menschenrechtsverletzungen aussagen wollten. Elizabeth Cristina de Oliveira Maia war trotz ständiger Drohungen bereit, gegen die Polizisten auszusagen, denen eine Beteiligung an dem Massaker von Candélaria zur Last gelegt wird.

Außerdem steht zu befürchten, dass Verfahren gegen Polizisten in anderen Fällen eingestellt werden, weil Zeugen nicht mehr zur Aussage bereit sind. Die Ermordung veranschaulicht, dass die Behörden nicht in der Lage sind oder es am politischen Willen mangelt, Hauptbelastungszeugen zu schützen. Derzeit stehen mehrere Polizisten vor Gericht, denen zur Last gelegt wird, im Jahre 1993 21 Bewohner des Armenviertels Vigaro Geral ermordet zu haben. Die Anklagebehörde ist in diesem Gerichtsverfahren auf die Aussagen von Augenzeugen angewiesen.

Widersprüche der Polizei
Die Polizei in Rio de Janeiro soll zunächst eingeräumt haben, dass Elizabeth Cristina de Oliveira Maia von einer Todesschwadrone ermordet worden sein könnte. Später haben die Behörden jedoch erklärt, der Mord würde mit Drogendelikten in Zusammenhang stehen. Mit dieser Auslegung könnte eine umfassende Untersuchung des Mordes, in den Polizeibeamte verwickelt zu sein scheinen, verhindert werden.

Rückblende: Die Candélaria-Morde im Sommer 1993 und was danach geschah
Todesschwadronen der Polizei terrorisieren seit Jahren Straßenkinder und andere gesellschaftliche Randgruppen in Rio de Janeiro. Im Sommer 1993 verübte die Militärpolizei von Rio de Janeiro die grausamen Massaker in Candélaria und Vigario Geral, die in die Geschichte eingingen.

Trotz Kampagnen von Menschenrechts- und anderen Organisationen erhalten die Kinder, die Zeugen der Morde vor der Candélaria-Kirche waren, nicht den notwendigen Schutz. Aus Angst um sein Leben musste ein erwachsener Zeuge sogar das Land verlassen.

Die Zeugenaussagen bei der ersten Ermittlung wurden größtenteils ignoriert. Vier voneinander unabhängige Verfahren hatten zum Ergebnis, dass drei Militärpolizisten zu langjährigen Haftstrafen verurteilt wurden. Drei weitere Angeklagte, darunter ein Zivilist, wurden freigesprochen.

Die Fälle von Vigario Geral und Candelária wurden der Interamerikanischen Menschenrechtskommission vorgelegt. Trotz des Gerichtsverfahrens und der Verurteilung von Militärpolizisten bieten die Art und Weise sowie die Wirksamkeit der Ermittlungen nach wie vor Anlass zur Kritik.

Untätigkeit des Staates
Angesichts des Mordes an Elizabeth Cristina de Oliveira Maia wird wieder einmal deutlich, in welcher Gefahr sich Zeugen von Menschenrechtsverletzungen befinden, die bereit sind, gegen die Polizei auszusagen. Auch zeigt sich, dass Todesschwadronen in Rio de Janeiro nahezu straffrei vorgehen können und die Überlebenden und Angehörigen von Opfern der Massaker von Candelária und Vigario Geral jederzeit fürchten müssen, selbst zu Opfern zu werden.
Quelle: http://www.amnesty.at/gewerkschafterInn ... silien.htm


Ich denke, dass auch die Aussagen zu diesem Artiekel erhaben sind über jegliche Leugnung, denn es handelt sich um aus verschiedenen Quellen gesicherte und nicht bestreitbare Erkenntnisse.

Soviel nur dazu, wie mit der Vergangenheit umgegangen wird.

Für die Portugiesischsprachigen Freunde, damit nicht der Verdacht aufkommt, dass sei eine europäische Medienkampagne, der volle Wortlaut der brasilianischen Medien:

Candelária
28 de julho de 1993


O que dizia a reportagem de VEJA

O nome que se dá ao que aconteceu no centro do Rio de
Janeiro é chacina, coletivo de assassinato frio, brutal, premeditado. O chocante é que as vítimas foram sete crianças e jovens de 11 a 22 anos. O inominável é que todo dia quatro crianças brasileiras são chacinadas em condições parecidas. Passava da meia-noite e uns quarenta desses "meninos de rua", que a miséria privou de um teto, dormiam sob as marquises do generoso pé-direito de edifícios que margeiam a Igreja da Candelária. Estavam embrulhados em cobertores puídos no chão forrado por trapos de carpete. Seguiu-se a barulheira de uma fuzilaria. Levanta-se no caso da Candelária a hipótese de uma vendeta policial. Wagner dos Santos, 22 anos, escapou com uma bala que se alojou na nuca, a milímetros da coluna cervical. A reação foi imediata: um grupo de manifestantes velou pelos meninos que mal têm nome e sobrenome e vivem desgarrados da família. Mas a noite não foi feita só de espanto e indignação. Trouxe à tona a patologia da violência - muitas pessoas festejaram a brutalidade.


O que aconteceu depois

O número de vítimas da chacina saltou para oito três dias depois da publicação da reportagem de VEJA - o menino "Russo", um dos baleados, não resistiu aos ferimentos e morreu no CTI do hospital Souza Aguiar. Em meio à revolta sobre o crime no Brasil e no exterior, onde o caso teve grande repercussão, a investigação oficial sobre a chacina levou sete policiais militares e civis à cadeia - quatro num primeiro momento, mais três depois. O primeiro a ser julgado, o ex-PM Marcos Vinícius Emmanuel, confessou o crime diante do júri, em maio de 1996. Foi condenado a 309 anos de prisão. Cláudio Luiz de Andrade dos Santos, Jurandir Gomes de França e Marcelo Cortes, os outros três acusados inicialmente, passaram três anos presos, mas foram julgados e absolvidos por tribunal de júri popular. Os dois primeiros receberam indenizações do Estado. Cláudio Luiz ficou preso por causa de um erro grosseiro: apesar de dizer que estava num culto evangélico com centenas de pessoas no momento do crime, seu álibi não foi checado, e o PM acabou detido apenas por ser negro (as testemunhas apontaram como um dos participantes do massacre um policial apelidado de "Pelé"). Em junho de 2001, Santos recebeu 180.000 reais como indenização por danos morais.

Ainda no início dos julgamentos, em 1996, um policial licenciado, Nelson Oliveira Cunha, procurou a Justiça e confessou sua participação no crime, apontando mais três envolvidos na chacina: Marco Aurélio Dias Alcântara, Arlindo Lisboa Afonso Júnior e Maurício da Conceição, conhecido como "Sexta-Feira 13". Convertido à Primeira Igreja Batista, Cunha contou com detalhes o que ocorreu naquela noite na Candelária. Segundo diz, resolveu falar porque lhe doía a consciência. Sete meses depois da confissão, Cunha foi condenado a passar os próximos trinta anos na cadeia. Cunha voltou ao banco dos réus em junho de 1997. Num desfecho inesperado, foi declarado inocente - o júri aceitou o argumento da defesa de que Cunha só teria participado por pressão dos colegas PMs. O ex-PM permaneceu preso porque tinha outra condenação - dezoito anos por tentativa de homicídio contra Wagner dos Santos, um dos sobreviventes. Em dezembro de 2000, ele foi novamente condenado por participação na chacina, e sua pena aumentou para 45 anos. Entre os três acusados por Nelson Cunha, um foi condenado (Alcântara, oito homicídios e cinco tentativas de homicídio, pena de 204 anos), outro ainda aguarda julgamento (Afonso Júnior) e o último morreu (o "Sexta-Feira 13" foi assassinato num tiroteio em 1994, antes do julgamento, e teve sua culpa no caso comprovada posteriormente).

Durante os julgamentos, várias versões foram apresentadas para o motivo do crime, todas elas alinhadas à versão inicial de vingança policial. Um dos acusados disse que a causa foi uma tentativa de assalto pelos garotos à casa de um PM; outro, que foi apedrejado pelos meninos ao prender um traficante de cola; mais outro, que um dos mortos não havia pago a propina que devida aos PMs coniventes com o tráfico de cocaína; por último, que os policiais mataram as crianças para fazer média com um bicheiro que andava irritado porque a baderna dos pivetes atrapalhava seus negócios. Os processos, cheios de contradições e erros, não são claros nem conclusivos. O sobrevivente Wagner dos Santos, testemunha-chave do caso, sofreu uma nova tentativa de assassinato em 1994 - levou quatro tiros. Refugiado na Suíça, ele voltou ao Brasil para depor no julgamento de Cunha, e acabou praticamente ignorado no tribunal. Entre as seqüelas das balas estão a perda parcial de sua audição e dos movimentos do rosto. Wagner retornou ao país novamente em agosto de 2001 para receber a pensão prometida em outubro de 2000 pelo governo do Rio às vítimas da chacina (três salários mínimos mensais).

Às vésperas do décimo aniversário da chacina, em 2003, a artista plástica Yvonne Bezerra de Mello, que cuidava dos meninos e acompanhou todo o caso, contabilizou pelo menos 40 mortos entre os 64 garotos que sobreviveram ao massacre - a maioria vítimas de execuções ou outros tipos de violência, muitas vezes em circunstâncias mal esclarecidas; outros de Aids, excesso de cola de sapateiro e até verminoses. Em setembro de 2000, por exemplo, Elizabeth Cristina de Oliveira Maia, de 23 anos, foi assassinada com vários tiros em frente da casa onde morava com os três filhos e a avó. Uma das principais testemunhas do crime, a ex-menina de rua vinha trabalhando como faxineira. Ela prestaria depoimento na semana seguinte, durante o julgamento de um dos PMs acusados no caso. Em junho de 2000, outro sobrevivente da Candelária, Sandro do Nascimento, de 22 anos, manteve dez passageiros como reféns por mais de 4 horas num ônibus da linha 174, enquanto a TV transmitia o seqüestro ao vivo para todo o país. Quando Sandro aceitou deixar o ônibus, um PM disparou sua arma. Ele respondeu matando uma refém, uma professora de 20 anos. Acabou morto por asfixia num camburão policial minutos depois. A chacina da Candelária é lembrada anualmente com protestos e atos religiosos no local da tragédia. A situação dos meninos de rua, contudo, pouco mudou - há poucos abrigos e projetos bem sucedidos para tirá-los da rua, e dezenas de crianças voltaram a dormir na Candelária, apesar dos riscos de um novo massacre.


Quelle:

http://vejaonline.abril.com.br/notitia/ ... urrentDate

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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon Takeo » Mi 17. Sep 2008, 21:06

donesteban hat geschrieben:Tinto, Blödsinn. Das sowas vielleicht mal vereinzelt vorkam, kann ich nicht widerlegen. Dein Statement unterstellt, dass dies normal gewesen sein. Bei uns wurde doch mal kürzlich eine Kannibale verurteilt. Sind wir deutsche Menschenfresser? Ich erinnere an die Nogo-Areas. Aha, an jeder Ecke wartet ein gewalttätiger Nazi? Auch hier gibt es Auswüchse wo z.B. Geschäftsleute andere geschäftsschädliche Individuen eliminieren (wollen). Mal was von der Mafia gehört?

Generell sind Brasilianer kinderlieb. Strassenkinder werden zwar oft ignoriert - sind halt sehr viele - es wird ihnen aber auch oft geholfen. Von Restaurantbesitzern und ganz normalen Leuten. Das sehe ich täglich. Das böse Brasilien sehe ich selten. Es existiert aber auch.


Das möchte ich unterstreichen!!!
Die von tintos zitierten Berichte ist nichts weiter als Sensationspresse... das ist wirklich nicht alltäglich in Brasilien!!!
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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon tinto » Mi 17. Sep 2008, 21:12

Takeo hat geschrieben:
donesteban hat geschrieben:Tinto, Blödsinn. Das sowas vielleicht mal vereinzelt vorkam, kann ich nicht widerlegen. Dein Statement unterstellt, dass dies normal gewesen sein. Bei uns wurde doch mal kürzlich eine Kannibale verurteilt. Sind wir deutsche Menschenfresser? Ich erinnere an die Nogo-Areas. Aha, an jeder Ecke wartet ein gewalttätiger Nazi? Auch hier gibt es Auswüchse wo z.B. Geschäftsleute andere geschäftsschädliche Individuen eliminieren (wollen). Mal was von der Mafia gehört?

Generell sind Brasilianer kinderlieb. Strassenkinder werden zwar oft ignoriert - sind halt sehr viele - es wird ihnen aber auch oft geholfen. Von Restaurantbesitzern und ganz normalen Leuten. Das sehe ich täglich. Das böse Brasilien sehe ich selten. Es existiert aber auch.


Das möchte ich unterstreichen!!!
Die von tintos zitierten Berichte ist nichts weiter als Sensationspresse... das ist wirklich nicht alltäglich in Brasilien!!!


Veja lesen kannst du ja hoffentlich. Siehe oben. Die Zeitschrift gehört wohl kaum zur Sensationspresse. Und nochmals: Ich hab ja immer gesagt, dass sich einiges geändert hat. Aber das gehört eben auch zu Brasilien und bestätigt meinen obigen Beitrag. Was ihr widerum nicht wegdiskutieren könnt, dass das geschehen ist.
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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon Schwobaseggl » Mi 17. Sep 2008, 21:28

Ein prämiertes Videoclip



Noch etwas

Dieses Posting darf jeder auslegen wie er denkt.
Ich schreibe es ja auch wie ich denke.
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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon Brummelbärchen » Mi 17. Sep 2008, 21:29

Es gibt, was übrigens selbst zahlreiche Anwälte und Polizisten nicht wissen, heute auch in Brasilien Zeugenschutzprogramme. Da werden dann zuweilen Kinder über fünf Bundestaaten hinweg und mit einer neuen Identität in eine andere Region in Sicherheit gebracht, und es gibt sogar ein Team von Soziologen und Psychologen das sich um die familiären Kollateralschäden kümmert. Gehört glaube ich zur PF, bin aber nicht ganz sicher.

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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon tinto » Mi 17. Sep 2008, 21:36

Brummelbärchen hat geschrieben:Es gibt, was übrigens selbst zahlreiche Anwälte und Polizisten nicht wissen, heute auch in Brasilien Zeugenschutzprogramme. Da werden dann zuweilen Kinder über fünf Bundestaaten hinweg und mit einer neuen Identität in eine andere Region in Sicherheit gebracht, und es gibt sogar ein Team von Soziologen und Psychologen das sich um die familiären Kollateralschäden kümmert. Gehört glaube ich zur PF, bin aber nicht ganz sicher.

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Ja, und das sind dann Gott sei Dank die Lehren aus der Geschichte, aus übrigens genau der Geschichte, die ich hier erzähle.

So einen Blödsinn, den ana-clauß geschrieben hat, gibt es in Brasilien nicht mehr.

Wie ich von brasilianischen Staatsanwälten inzwischen weiß, ohne in Details zu gehen: Man verfolgt die Verbrechen der PM und deren Auftraggeber mit ziemlichen Aufwand. Mir zeigt das, dass Brasilien auf einem richtigen Weg ist.

Aber niemand sollte sich hier anmaßen, zu glauben, man müsse diese dunklen Seiten Brasiliens nicht aufarbeiten oder sollte sie gar verschweigen. Es geht um Massaker und Massenmorde und die Beseitigung der Zeugen. Das wird man jursitisch aufarbeiten dürfen und vielleicht sogar müssen.
Zuletzt geändert von tinto am Mi 17. Sep 2008, 21:51, insgesamt 2-mal geändert.
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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon patecuco » Mi 17. Sep 2008, 21:46

Admin hat geschrieben:Aber letztendlich hat er 20 Jahre seines Leben geträumt, ich werde 20 Jahre (so Gott will) meinen Traum leben! Damit will ich meinen kleinen Einwurf beenden.


Oi Admin

es gab Phasen, da hatte ich gar keine Traeume mehr, wollte nur die taeglichen Probleme meistern und irgendwie ueber die Runden kommen. Genau dasselbe finde ich heute bei den meisten Brasilianern. Ausnahme am Wochenende nach 5 Skol.

Nun meine Situation hat sich verbessert und manchmal kritisiere ich meine Verwandten in BR, dass sie so in den Tag rein leben und nicht in die Zukunft planen, dabei vergesse ich dann, dass ich auch mal so war.

Interessant fand ich diese Tage einen Artikel, dass das persoenliche Gluecksgefuehl von persoenlichen Kontakten, Partner, Kindern und Umgebung abhaengt und nicht von Geld, Besitz und Klasse, was meine eigene Situation bestaetigt.

Wenn man die fuer sich selbst gueltige und beste Lebensform gefunden hat, ist man auch ziemlich resistent gegen Kritiken anderer die ihre Lebensphilosophie exportieren wollen.

Natuerlich ist das mit 50+ und einer soliden finanziellen Grundlage einfacher als mit 33 und Schulden bis ueber beide Ohren.

Ich denke, dass es in vielen Laendern einfacher ist 'einfach' zu leben als in D, da wir als Deutsche viele Vorteile haben. Ein geringer Vorteil gegenueber den Einheimischen laesst einen zum Privilegierten werden, obwohl man in D doch nur untere Mittelklasse waere. Das ortsuebliche Imponiergehabe nimmt man eh nicht an und fuehlt sich in shorts und chinellos wohl, vergisst dabei die Wertmasstaebe der anderen. Doch wuerde man in D diesen Stil leben, gaelte man evtl. als assozial, in BR ist man dann nur der gringo.

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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon donesteban » Mi 17. Sep 2008, 21:48

tinto hat geschrieben:... Sie feierten Parties, ließen Straßenkinder erschießen und es scherte sie nicht, wenn um die Ecke jemand verhungerte. ...
So war es nie! Da muss ich mal für Takeos Reiche Partei ergreifen. Auch Reiche sind ganz normale Leute, mit Herz und Seele. Es gibt Schlechte und Gute und viele zwischendrin. Ich wende mich nur gegen die Art, wie Du die damalige brasilianische Gesellschaft darstellst. Nicht gegen tatsächliche Misstände. Dein Zitat ist einfach blödsinnig und war unüberlegt. Du solltest nicht daran festhalten.
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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon ana_klaus » Mi 17. Sep 2008, 21:51

oi tinto,

Juristen = Rechtsverdreher ?

Leg mir bitte nicht Dinge in den Mund, die so nicht gefallen sind.

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Re: Sind alle Deutschen in Brasilien so?

Beitragvon tinto » Mi 17. Sep 2008, 22:01

donesteban hat geschrieben:
tinto hat geschrieben:... Sie feierten Parties, ließen Straßenkinder erschießen und es scherte sie nicht, wenn um die Ecke jemand verhungerte. ...
So war es nie! Da muss ich mal für Takeos Reiche Partei ergreifen. Auch Reiche sind ganz normale Leute, mit Herz und Seele. Es gibt Schlechte und Gute und viele zwischendrin. Ich wende mich nur gegen die Art, wie Du die damalige brasilianische Gesellschaft darstellst. Nicht gegen tatsächliche Misstände. Dein Zitat ist einfach blödsinnig und war unüberlegt. Du solltest nicht daran festhalten.


Es ist zugegebenermaßen provokant, vielleicht auch überzeichnet. Ich kenne genug Reiche, auch und vielleicht sogar gerade in Brasilien. Was mich besonders irritierte, viele wissen gar nicht bewußt um Zustände in ihrem Land. Und dennoch waren es erwiesenermaßen Leute aus ihren Reihen, die damals diese Prozesse in Gang setzten. Da das bewiesen ist, brauche ich nichts zu revidieren. Die Täter sind nicht ohne Auftraggeber. Das leigt ja auch auf der Hand. Sonst wären sie ja etwas blöd, oder?
Zuletzt geändert von tinto am Mi 17. Sep 2008, 22:04, insgesamt 1-mal geändert.
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